Hairstyle: Como colocar extensions

Oi, pessoal! Aqui é a Thai (HAHA, jura, mano?)!

Ultimamente, tenho recebido muitas mensagens pelo Twitter, Orkut, etc, sobre
COMO DIABOS COLOCAR EXTENSIONS, e, por este motivo, resolvi fazer esse vídeo-tutorial e ajudar os necessitados rs.


Então, se você tem sérios problemas para colocá-los, assista o vídeo e, de quebra, aprenda a fazer um Scene Hair rápido e prático!






Qualquer dúvida, escrevam nos comentários, galere! Me digam o que acharam, ta? Comprem seus extensions na Glam Panic, pois a Jack os vende por um excelente preço e a qualidade das mechas é maravilhosa!

Sigam-me no Twitter e me adicionem no Orkut, também, ok? :B

xoxo,
Thai Cappuccine

AutoAjuda: Por que não aceitar seu filho "alternativo"?

Olá, amiguinhas, amiguinhos; senhoras e senhores responsáveis!

É um grande prazer escrever pra vocês, antenados ou apenas curiosos, sobre esse “mundo alternativo”. Aliás, até hoje não descJobri o que seria um “mundo alternativo”. Talvez seja porque nunca, jamais e em tempo algum me submeti ao que todos pensavam, usavam, dançavam, ouviam, desde a minha adolescência. Na verdade, nunca me conformei em ser mais uma no grupo. Sempre quebrei as regras, mas nunca delinqüi. Jamais ui vulgar. Essa é a questão! Ser diferente não quer dizer ser um “fora da lei”. Isso eu digo com certeza e por experiência própria.

Tenho quatro filhos. Todos únicos, ou seja: cada um com seu estilo, sua vocação e suas preferências. Sinto-me um Ser privilegiado, pois soube educá-los, respeitando a opção de cada um deles e não deixando que se sentissem envergonhados ou diminuídos por não fazerem parte da grande massa. Entretanto, se quiserem ou quisessem fazê-lo, os amaria da mesma forma.

Gente, o que faz uma pessoa não é roupa que ela veste, a música que ouve ou a tendência que segue. Creiam: muito mais vale uma família sadia, honrada, onde cada um respeita a si e ao próximo, do que um monte de “faz de contas” para agradar terceiros. Você não precisa ser mais um para ser aceito; basta ser você – íntegro e fiel aos conceitos básicos de educação e moral.

Outro dia, li uma mensagem que me chocou bastante. Minha filha, Thai Cappuccine, recebeu a seguinte pérola: “Queria ser como você, mas minha mãe não deixa”. Oras! O que há de tão errado com minha filha, a ponto de uma mãe não permitir que a sua (pessoa na qual educou e conhece) siga o estilo que a minha adotou? Pelo que entendi, essa menina gostaria de se vestir ou se maquilar baseada no modo difundido por minha filha. Apenas IMAGEM... Óbvio que jamais passaria pela minha cabeça que alguém quisesse ser e viver a vida de Thai. Ela não é uma deusa, uma ditadora... Pode até ser uma pequena formadora de opiniões e tendências, porém, em tempo algum, li uma mensagem sequer contendo pregações, como: “Seja como eu. Se vista e se maquile como eu, e seja feliz”. Ou, mesmo: “Compre minhas camisetas, siga minha tendência e ganhará o Reino dos Céus”.

Ow!

Em contrapartida, vejo milhares de meninas (muito jovens, inclusive) se vestindo, vulgarmente, como “mulheres-fruta”. Isso é o certo? Será que essa mãe proibiria sua filha usar calças justas, blusas decotadas, colocar piercing no umbigo e rebolar de forma sensual e vulgar ao som de “Beber, cair e levantar”? Talvez, não. E sabem o porquê? Porque está na moda, na mídia e não há ninguém para julgá-las sobre este estilo de vida. É o que há – de mais ridículo e medíocre, convenhamos.

Você mãe/pai, que me lê nesse momento, será que se sentiria melhor vendo sua filha sendo mais uma nesse mundinho infectado por baladinhas e “bondes”? Se sim, bem, parabéns! Te vejo na maternidade mais próxima daqui a nove meses, vovó (isso seria o menos pior a acontecer)!

Sou mesmo careta. Adoro ver minha filha pintada como boneca, fazendo moda e criando seu estilo. Adoro ver minha sobrinha, Jack Moore, com suas mechas azuis nos cabelos. Sou careta, já disse! Curto muito ver minha filha mais nova, Malu, indo nesse mesmo sentido. Ah, é! Vocês sabem: caretona! Sou mesmo. Gosto, também, de vê-las juntas, assistindo filmes das décadas de 40/50, estudando estilistas atuais e antigos, revendo tendências. Aprendendo a combinar épocas passadas e contemporâneas, entendendo o que levou musas do passado ao estrelato – não por escândalos, mas por postura e elegância. Ok! Ok! Sou démodé. Minhas filhas e sobrinha também são. Elas não ouvem Claudia Leite, não gastam em abadás, não pulam como pipoca atrás do Trio Elétrico e não freqüentam a Furacão 2000... Muito menos eu.

Repensem. Na verdade, nada tenho contra quem freqüenta esses lugares ou se veste com roupinhas de grifes “made in Shopping Qualquer”. Como dizem, “cada um no seu quadrado”. Portanto, respeitem a opção das suas meninas e meninos “alternativos”, pois eles nada têm de anormal - apenas o visual não é o mais visto nas esquinas. Esses jovens são apenas pessoas que preferem sair da “mesmice”, contudo, a essência deles é aquela que você, mãe/pai, transmitiu. Eles continuam sendo seus filhos, apesar dos olhos pintados e das roupas coloridas. Se preocupem com o interior, com aquilo que realmente interessa: a formação.

Um beijo, um abraço, um aperto de mão. Volto outro dia. E aproveitem para fazerem perguntas, caso ainda tenham dúvidas sobre seus filhos “esquisitões”. Eu respondo.

Paz e Luz,
Theca

A origem do termo TRASHY

Seguindo a sugestão da Naxa, hoje teremos uma breve explicação do termo TRASHY, que, como vocês já devem ter notado, é o nome do nosso site MELDELS THAI JURA?///.

Ultimamente, a palavra TRASHY tem feito visitas freqüentes ao vocabulário jovem, principalmente o alternativo, mas a origem desse adjetivo não tem nada de underground. A expressão TRASHY existe para intitular mulheres que querem se exibir, usando muita maquiagem e roupas muito justas BITCH BRITNEY. Isso mesmo. Pensem num filme norte-americano, onde rola uma festa para adolescentes, e uma das personagens chega com sua roupa super sensual, cabelo loiro-platinado, bebendo além da conta e pagando o maior mico numa dança erótica sobre a mesa. Chamem essa garota de trashy, por favor.

Nos Estados Unidos, a postura trashy tomou conta da mídia, sendo anunciada pela maior rainha trashy de todos os tempos: Paris Hilton. Ela, que não precisa de dinheiro ou fama, fez e faz de tudo para ser capa de jornais e revistas. Como?

Usando roupas provocantes, participando de baladas ao longo da semana e fornecendo conteúdo para fotos escandalosas aos paparazzis. Outra que seguiu o mesmo rumo foi Lindsay Lohan, que teve distúrbios alimentares e tornou-se centro das atenções por suas aventuras noturnas e amorosas.

Propagando ao alternativo, talvez tenhamos influências de Amy Winehouse e sua vida indiscutivelmente atribulada, entretanto, as maiores responsáveis pela utilização da palavra TRASHY, nesse meio, são Audrey Kitching e Zui Suicide. Ambas tornaram-se divas na internet e conquistaram o mundo com suas fotos e vídeos chocantes. Zui possuía material de nudez disponível na internet, enquanto Audrey se relacionava com caras famosos e se clicava/permitia clicar em situações pornográficas e constrangedoras. Além disso, juntas, elas fundaram o Trashy Life, versão alternativa e exagerada da dupla Paris Hilton e Nicole Richie, em Simple Life, o programa de tevê.

Atualmente, podemos apelidar de trashy qualquer pessoa que tenha use muitos acessórios, maquiagem e roupas chamativas. Dependendo do momento, ser trashy não é negativo, apesar de sabermos que, para sê-lo, precisa-se de muito exagero. Administrando de forma inteligente, adquirir essa postura pode mudar sua vida, pois quem é trashy é extrovertido e tem muitos amigos, não se importa com o que os outros vão pensar e faz questão de se destacar pela própria personalidade. Desde que sua imagem não seja destruída, vale tudo!

Por este motivo, nosso site lindo e maravilhoso leva esse nome. Jack e eu nos consideramos trashy, assim como o mundo alternativo sobre o qual escrevemos. Tudo por aqui é excessivo, longe do básico e do comum. Tudo por aqui é trashy. Nós somos trashy. Você pode ser trashy. Tenha orgulho disso.

xoxo,
@ThaiCappuccine

Participe!

Follow!

Inscreva-se!