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Black Veil Brides lança novo videoclipe para "Legacy"

O Black Veil Brides acaba de divulgar, em seu canal do Youtube, o novo clipe para a música “Legacy”, do recém-lançado álbum Set The World On Fire. “Legacy” enche a tela de destruição, fogo, chuva e pirotecnia, junto do clima pós-apocalíptico que os têm acompanhado nos últimos trabalhos.
Assista, sem demora, o videoclipe de “Legacy”!


Black Veil Brides lança novo videoclipe para "Legacy"


O Black Veil Brides acaba de divulgar, em seucanal do Youtube, o novo clipe para amúsica “Legacy”, do recém-lançado álbum SetThe World On Fire.“Legacy” enche a tela de destruição, fogo, chuva e pirotecnia,junto do clima pós-apocalíptico que os têm acompanhado nos últimostrabalhos.

Assista,sem demora, o videoclipe de “Legacy”!



Quemmais (além de mim) adorou o videoclipe? :D
;x

Novo videoclipe do Panic! At the Disco


O Panic! At the Disco divulgou essa semana o videoclipe de "Ready to go", do recém-lançado álbum "Vices and Virtues". Com um aspecto bem menos dark ao que já estamos costumados, os músicos se apresentam com um visual sóbreo, sem, incrivelmente, perder a identidade teatral que a banda já havia costruído em seus 7 anos de carreira anteriores.

Em "Ready To Go", a dupla descobre uma "máquina do tempo" através do fundo falso de uma parede do estúdio onde ensaiavam. Ao entrarem, a história do vídeo se desenvolve com diversos cenários e números de dança, fazendo, ainda, referências à Buddy Holly, Mary Poppins e Gene Kelly.
Assita com seus próprios olhos o videoclipe de "Ready To Go"!



Confira também todo o processo de gravação do clipe no making of feito pela revista Rolling Stone:




Trashy Radio: Porcelain Black


Quem acompanha a trajetória das meninas que anos atrás fizeram sucesso na internet e receberam o título de Scene Queen (ou Rainha da Cena), fatalmente vai se lembrar de Alaina Beaton. Com cabelos coloridos e um círculo de amizades e inimizades composto pelas celebridades virtuais mais badaladas do momento, Alaina fundou, em 2006, a banda de Rock/Eletrônico Porcelain and the Tramps, onde atuava como vocalista e divulgava no Myspace um modesto número de canções marcadas por seus berros desafinados e cheios de personalidade.



Após deixar seus fãs ao redor do mundo com fome de novidades musicais por alguns anos, Alaina Beaton ressurge das cinzas trazendo consigo seu novo nome artístico: Porcelain Black. Juntamente a seu novo pseudônimo, Porcelain vive uma nova etapa da sua vida e parece disciplinada para conquistar seu lugar na música Pop.

Com lançamento em 24/03 deste ano, o primeiro videoclipe de Porcelain Black (da música This Is What Rock N Roll Looks Like) já atraiu mais de dois milhões e trezentos mil visitantes ao Youtube. Contagem esta me parece mais do que merecida, pois a qualidade do material é capaz de deixar muitas cantoras profissionais morrendo de inveja. O videoclipe conta a história de uma menina que sofria bullying na escola e que amadurece poderosa, para, enfim, reinar. Sim, essa menina é Porcelain, com seu melhor visual até o momento.

Vale a pena conferir a música e o clipe:



Eu estou na torcida pelo sucesso de Porcelain Black. Definitivamente, o mundo precisa de ícones tão expressivos quanto ela.

E você, o que pensa sobre isso? Gostou do clipe?
Deixe sua opinião nos comentários!

Trashy Radio: Thai Cappuccine's Playlist

Olá, Trashers!

Gostaria de compartilhar com vocês o meu PLAYLIST, com as 5 músicas que eu mais tenho escutado no mês de março. Espero que gostem:


E lembrem-se de montar o Top 5 de vocês aqui nos comentários!
Vou adorar!

Children of Bodom lança o álbum "Relentless, Reckless Forever"


A banda finlandesa de death metal melódico Children Of Bodom acaba de lançar seu sétimo álbum. Relentless, Reckless Forever foi às lojas no dia 8 de Março pelo selo Spinefarm Records/Universal Music e conta com 9 faixas inéditas.
Como faixa bônus, a banda traz a cover "Party All the Time" originalmente
cantada por Eddie Murphy (!), apenas para seguir a tradição que a banda tem de criar versões das músicas mais bizarras do mundo: "Oops, I did it again!" da Britney Spears, outrora também foi alvo de uma cover - fato que irritou imensamente os headbangers mais xiitas. Eu achei genial e divertido as hell.

O novo álbum foi produzido por Matt Hyde (The 69 Eyes, Slayer, Hatebreed) e gravado durante Agosto e Setembro de 2010, no país de origem dos músicos. 10 mil exemplares foram vendidos apenas no primeiro dia do lançamento: "Trabalhamos muito duro nesse álbum. Pra mim não era possível dormir ou descansar por, no mínimo, seis semanas", sentenciou o vocalista e guitarrista Alexi Laiho à revista Guitar World. "Mas estávamos determinados a gravar o melhor cd do COB de todos os tempos, então acabamos nos motivando a fazer o que custasse. Ter nosso produtor Matt Hyde chutando nossas bundas 24/7 definitivamente nos fez obter resultados melhores, então obviamente ficamos mais do que ansiosos pra lançar esse trabalho."

A banda ainda viajou à Pensilvânia para as gravações do videoclipe "Was It Worth It?", que contou com participações do time de skatistas Jamie Thomas, Garrett Hill, Tom Asta e o aclamado Chris Cole (bicampeão do X Games e do título “Skater of the Year” da Thrasher Magazine). "'Was It Worth It?' é uma música pra festa", disse Laiho. "Não é uma música típica do Bodom, mas é uma das das minhas favoritas e pesada como o inferno."

Eis o repertório de “Relentless Reckless Forever”:



01. Not My Funeral
02. Shovel Knockout
03. Roundtrip to Hell and Back
04. Pussyfoot Miss Suicide
05. Relentless Reckless Forever
06. Ugly
07. Cry of the Nihilist
08. Was It Worth It?
09. Northpole Throwdown
10. Party All the Time -bônus track- (Eddie Murphy cover)






E o videoclipe do primeiro single para o álbum, "Was It Worth It?":



Novo videoclipe do The Strokes


Bem próximo à estréia de seu quarto álbum de estúdio, o Strokes lançou hoje o videoclipe para "Under Cover Of Darkness", com a direção de Warren Fu - responsável por "You Only Live Once" e "No One’s Better Sake" do Little Joy, trabalho paralelo do frontman Julian Casablancas e do baterista Fabrizio Moretti. As filmagens aconteceram no teatro Loews, em New Jersey, no início de Fevereiro.
"Under Cover Of Darkness" é a primeira música do Strokes para o álbum Angles, que estréia na Inglaterra em 21 de março.

Ouça a nova música do Millionaires com participação de Jeffree Star


"Catch Me if you Can" é a faixa título do novo single da dupla Millionaires, que dessa vez divide os vocais com o cantor Jeffree Star. Disponibilizada no Itunes hoje, 1º de Maio, precisamente às 00:00 - como prometido no perfil do Twitter de Jeffree - a faixa não tardou à ser disponibilizada pra download gratuito nos quatro cantos da internet.
Segundo o Wikipedia, um novo EP também será lançado ainda este ano: "Life Of A Millionaire" traria 9 faixas, onde Jeffree faria participação em uma outra música - entretanto, não há nada oficial até o presente momento.

Enquanto não rola nenhuma novidade sobre o assunto, divirta-se com a inédita "Catch Me if you Can":

Matt Kean reforça a possível vinda do Bring Me The Horizon ao Brasil!


Os apelos incessantes dos fãs do BMTH via Twitter parecem estar surtindo efeitos positivos. Nesta madrugada, o baixista Matt Kean chegou a postar uma simpática frase escrita em português na sua página do Twitter - com traços claros de tradutor online - sobre uma possível turnê da banda no país.





Então, tragam me o horizonte! E, de preferência, entreguem aqui no Rio de Janeiro!

Pain of Salvation: Turnê brasileira confirmada!


Olá! Meu nome é Fernanda, tenho 21 anos, sou carioca e estudante de Ciências Sociais. Aceitei o convite da Thai e da Jack para ser colaboradora do Trashy Help escrevendo sobre Metal, estilo musical que sou fã e acompanho há mais de 10 anos.

No primeiro post da seção, vou começar comentando um estilo que não costuma encontrar meio termo no público de metal, ou se ama ou se odeia: Prog Metal ou Metal Progressivo. Chato para uns, o fato é que as bandas do estilo estão sempre buscando aproveitar ao máximo as possibilidades da música. Talvez o principal expoente do gênero seja a banda Dream Theater, com mais de 20 anos de estrada e conhecida pelo virtuosismo dos músicos (o post não é sobre o DT, mas eu não podia falar de Prog Metal sem falar deles!). O estilo é apreciado por um público em geral muito exigente e que apesar de ser um dos dois mais fiéis às bandas é também um dos mais críticos em relação ao trabalho delas.


Ontem (23/02/2011) foi confirmada a turnê brasileira de uma das principais bandas do estilo e da qual falaremos agora. O Pain of Salvation fará shows no Rio de Janeiro (04/06), São Paulo (05/06) e Porto Alegre (07/06), datas confirmadas até o momento. Embora não tenha um público tão extenso, essa é a segunda vez que a banda vem ao Brasil e certamente desde sua passagem em 2005 ganhou maior visibilidade e mais admiradores.

A banda sueca sofreu algumas alterações na formação desde sua origem, em 1991 (na verdade a banda existe desde 1984, mas tinha outro nome). Atualmente o Pain of Salvation é formado pelo vocalista e guitarrista Daniel Gildenlöw, líder e principal compositor, o baterista Léo Margarit, o tecladista Fredrik Hermansson e o guitarrista Johan Hallgren. Durante a turnê, contam ainda com o baixista Per Schelander.

O primeiro álbum, “Entropia”, foi gravado em 1997 e pode ser considerado um dos clássicos da banda. Os sucessores “One Hour by the Concrete Lake” e “The perfect element – Part I” foram bem recebidos pela crítica e confirmavam o crescente sucesso da banda. Em 2002, com o lançamento do quarto álbum “Remedy Lane”, a banda foi convidada a fazer uma turnê junto com o Dream Theater. Com o álbum seguinte, “Be”, de 2004, o Pain of Salvation iniciou uma turnê mundial, que os trouxe para o Brasil pela primeira vez. Lançados depois da passagem pelo país, “Scarsick” de 2007 e o álbum mais recente “Road Salt (one)” serão aguardados no setlist de junho. A banda planeja o lançamento da segunda parte de “Road Salt” ainda este ano.

Algumas mudanças ocorridas na sonoridade da banda dividem o público, agradando a uns e desagradando a outros. Daniel Gildenlöw, a principal mente por trás das composições do PoS, é uma espécie de “gênio excêntrico”. A sonoridade da banda se confunde com sua personalidade. O álbum “Be” pode ser tido como a principal tentativa de uma mudança que rompesse com o padrão Prog Metal, ao qual a banda era associada, ampliando seu alcance musical. Talvez Daniel não quisesse ficar restrito a um público de Prog Metal, o que resultou em trabalhos mais diversificados com elementos de outros estilos, como o Blues e o Hard Rock. Difícil fazer uma análise imparcial, mais ainda de forma técnica, já que não sou musicista. O que é possível dizer é que “Be” é o álbum onde esta intenção de inovação pode ser mais bem percebida.

Acredito que “Road Salt” é a conjugação das diferentes formas do Pain of Salvation. É progressivo, mas difícil de encaixar no mero rótulo de “Prog Metal”. Há quem não considere mais a banda como um exemplar do estilo, embora o rótulo permaneça e dificilmente vá deixar a banda. O metal progressivo está presente em sua trajetória e pode ser uma referência que facilite a aproximação com o trabalho da banda para aqueles que não a conhecem. Contudo, não devem se deter a isso. O Pain of Salvation é uma das bandas mais complicadas de se interpretar.

Talvez o tom progressivo e o melancólico sejam duas características que sempre estiveram presentes na banda e marcam sua identidade. Entretanto, é a constante renovação que faz do Pain of Salvation uma banda interessante e que sempre provoca grande expectativa a respeito do que vem pela frente. Esta busca por romper fronteiras faz a música da banda ser sempre difícil de definir e classificar. A cada audição, a opinião sobre o que se está ouvindo pode mudar. Para aqueles que se interessarem em conhecer a banda, não devem esperar algo óbvio é fácil de compreender.

Como descrever música é sempre complicado, seguem alguns links de vídeos da banda para tirarem suas próprias conclusões:


Você pode conferir mais sobre o trabalho do Pain of Salvation, se preferir:


Saudações,
Fernanda Rougemont
 

Vaza o cd "Goodbye Lullaby" de Avril Lavigne!


Após adiamentos e problemas com a gravadora, as faixas do 4° álbum de estúdio de Avril Lavigne já circulam pela internet desde a madrugada de hoje. As músicas podem ser ouvidas e baixadas através deste link.
O novo trabalho de Avril tem lançamento oficial previsto apenas para 8 de Março.

Acompanhe também o último videoclipe lançado pela cantora, intitulado "What the Hell":

Jack White anuncia o fim do The White Stripes




Após 13 anos de existência, o mundo se despede de uma das bandas mais geniais do cenário pop atual. O fim foi anunciado através de um comunicado postado no site oficial do Third Man Records, selo de Jack White:

"O White Stripes gostaria de anunciar que no dia 02 de fevereiro de 2011, a banda chegou oficialmente ao seu fim, e não fará mais gravações ou performances ao vivo.
A razão não se deve a diferenças artísticas ou à falta de interesse em continuar, muito menos por motivos de saúde, já que tanto Meg como Jack estão bem.
O motivo é, sobretudo para preservar o que a banda tem de bonito e especial e permitir que fique assim, como está.
A Third Man Records vai continuar lançando gravações inéditas de estúdio e gravações ao vivo do White Stripes tanto através do The Vault (um clube para os fãs que pagam para se tornar membro), bem como através de outros canais regulares.
Ambos Meg e Jack esperam que esta decisão não seja motivo e tristeza para seus fãs, mas que seja visto como algo positivo feito por respeito a arte e a música da banda. Também por respeito aos fãs que sempre compartilharam as criações, seus sentimentos muito considerados.
Com isso a banda tem a dizer:
"O The White Stripes não pertence mais a Meg e Jack. O The White Stripes pertence agora a você, e você pode fazer com ele o que quiser. A beleza na arte e na música é que ela pode durar para sempre se as pessoas quiserem. Obrigado por compartilharem essa experiência. O seu envolvimento jamais será esquecido por nós e somos realmente gratos por isso".

Atenciosamente,

Meg & Jack White."


Apesar das recentes declarações de Jack sobre estar ansioso para gravar um novo álbum, a separação não causa grande impacto devido à inatividade da dupla dentro do cenário musical: Icky Thump, seu último álbum de inéditas, foi lançado há quase 4 anos. A derradeira apresentação pública aconteceu em 2009 no programa de tevê "Late Night with Conan O'Brien".


E então, prontos para se despedir? É, eu também, não... :(







Tradução do comunicado por

Novidades videoclípticas sobre Avril Lavigne!



Com um dia de antecedência, o videoclipe de "What the Hell", que tinha lançamento previsto para amanhã, dia 23, vazou na Web nessa tarde de sábado. As filmagens duraram 3 dias e ocorreram no mês passado, com a novidade de trazerem tecnologia 3D - disponível para os aparelhos de tevê que suportam o formato. Já o novo álbum de estúdio da cantora, "Goodbye Lullaby", chega às lojas só dia 8 de Março.
Assista agora o videoclipe de "What the Hell" (demora mais ou menos 5 segundos para a tela carregar, então, aguarde) e não deixe de conferir, logo após, o Making Of das gravações do vídeo:







Clipe inédito é divulgado para os fãs após 9 anos!

Também não podemos esquecer que no último dia 5, surgiu na web um videoclipe também inédito da cantora. A música, no entanto, não se trata de material novo: "Mobile" figura no álbum "Let Go", de 2002, e traria um videoclipe que na verdade nunca foi oficialmente lançado.
A estréia tardia de 9 anos não desagradou os fãs, que comentam, com saudade, sobre o antigo estilo de Avril.

Confira videoclipe de "Mobile"!:




xoxo,


Jack

Tokio Hotel: resenha do único show em São Paulo


No último dia 23 deNovembro, a banda alemã Tokio Hotel se apresentou pela primeira vezno Brasil, na casa de médio porte Via Funchal.
Dias antes daapresentação, diversas fãs já acampavam aos portões da casa deshows, que só se abririam às 20h.

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Não houve banda de abertura, oque ajudou bastante a conter o público, que já não suportava aespera. O horário da apresentação foi respeitada pelos rapazes dabanda: surgiram em uma plataforma ao som de “Noise”, exatamenteas 22h, provocando histeria nos fãs. O figurino do vocalista BillKaulitz era extremamente futurista, com luzes piscando o tempointeiro. Porém, que ele logo o trocou para um outro visual feito quase totalmente de couro sintético e algumaspedrarias. Ele foi o único a fazer trocas de roupa durante o show e o fezao menos sete vezes, sempre trazendo um detalhe luminoso no visual.

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Eles tocaram diversasmúsicas do álbum Humanoid e algumas antigas Os fãs cantaram amúsica “Humanoid” totalmente em alemão, o que os deixousurpresos e agradecidos. Havia apenas 5 mil pessoas na platéia, masas brasileiras gritavam tanto que o som das vozes soavam mais como 22mil! Não importava o que Bill tentasse dizer, nem ele mesmoconseguia se escutar. A histeria era enorme! Os brasileiros levam o“make some noise” realmente à sério! 

Mais tarde, a bandatrouxe uma motocicleta ao palco só para acompanhar “DogsUnleashed”. "Zoom into Me" fez o piano literalmente pegar fogo, levando a platéia à loucura, deixando todos os presentes à beira da surdez.
A noite terminou com“Forever Now” e mais uma vez consegui ver os rostinhos molhados pelaslágrimas das fãs, já antevendo o final do dia mais perfeito davida dos fãs da banda. Era um misto de inveja dos próximos paísesque eles visitariam, tristeza por eles estarem se despedindo e tambémfelicidade, por realizar o sonhos de vê-los se apresentando ao vivo.

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Por problemas técnicos,o globo em que eles entram no final do show não foi trazido para opaís, porém isso não fez muita diferença para nós. Ao fim daúltima música, as luzes se apagam, anunciando o término total e seacendem após algum tempo, para que os fãs pudessem deixar a casa deshows. Do lado de fora, pessoas sentadas na calçada choravam aomesmo tempo que recebiam consolo seus amigos e familiares, enquantooutras comemoravam aos gritos e sorriam abertamente, ainda surpresaspor ter assistido o show dos sonhos.
Mais tarde, soubemosque a banda saiu do Brasil muito emocionada e surpresa pela dedicaçãodos fãs, e que se sentiram em casa durante a estadia no país.

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E pra quem não teve aoportunidade de ir ao show, correm boatos de que eles voltarão nopróximo ano! Então, se você quer ajudar o Tokio Hotel a voltar aoBrasil, é só clicar nesse link aqui e pedir muito que os tragam devolta (em 5 dias já chegamos a mais de 20 mil posts, enquanto outrosartistas não chegaram nem a 10 mil, estando nos tópicos há meses!)
Para quem quiser sabermais detalhes, ver fotose videossobre o show, é só clicar nesses links abaixo que são das melhorescomunidades sobre eles no Orkut. Eles têm tudinho sobre o show:

TokioHotel Brasil (onde sou moderadora)

TokioHotel Br.


No fórum das duas comunidades vocêspodem encontrar tópicos sobre as entrevistas que deram aqui noBrasil e todas as informações sobre a mini-tour pela AméricaLatina.

Make some noise, aliens! (incorporeio Bill aqui :O)

seeyou all soon, xoxo ;**

@AnnyHackov

Resenha: Anny Hackov
Revisão e Reediçãode texto: Jack

Confirmado: Paramore de volta ao Brasil em 2011!


Segundo a assessoria da produtora Time For Fun e o site oficial da banda, o Paramore se prepara para retornar à América do Sul, desta vez com a turnê "Brand new eyes", que divulga seu álbum homônimo lançado em 2009. 

Photobucket

A maratona de 5 shows pelo país passará por Brasília (16 de fevereiro, Ginásio Nilson Nelson), Belo Horizonte (17 de fevereiro, no Chevrolet Hall), Rio de Janeiro (19 de fevereiro, no Citibank Hall), São Paulo (20 de fevereiro, no Credicard Hall) e Porto Alegre (22 de fevereiro, no Teatro Bourbon).


A pré-venda para os shows começa dia 6 e vai até dia 12 de dezembro. Exclusividade para clientes Credicard, Citi e Diners.

A seguir, o recente videoclipe de Playing God para os fãs terminarem de arrancar os cabelos :D


xoxo,
Jack

Novo clipe: Party Like a Millionaire – Millionaires


Ousadia? Ah, isso é pouco para as irmãs Melissa Marie e Allison Green! No novo clipe, Party Like a Millionaire, lançado ontem, 3 de novembro, elas mostram como se divertem numa festa. Se você acha que já viu tudo a respeito das Millionaires, está redondamente enganado! O clipe traz cenas de uso de drogas, nudez e insinuações pra lá de picantes, embalados por uma música altamente provocativa, como sempre – ou mais que nunca!
Em minha opinião, as Millionaires conseguiram se superar com este clipe. Foi, de longe, o mais pesado que elas já fizeram. Pra quem não sabe, a Millionaire Mom (mãe da Melissa e da Allison) esteve presente no backstage do clipe, apoiando suas duas meninas e provando que tudo isso não passa de atuação. Eu, pessoalmente, acredito nisso.

O vídeo pode ser encontrado no Youtube, através deste link, mas apenas maiores de idade poderão assisti-lo.

Saída de Dani Artaud

Talvez muitos não saibam, porém a terceira Millionaire, Dani Artaud (também conhecida como Dani Gore), deixou a banda. Diferente do que estão dizendo, tudo ocorreu tranquilamente. Dani pronunciou-se recentemente explicando que está tudo bem entre elas e que decidiu sair das Millionaires por pretender seguir carreira solo. Segundo ela, a fama da banda surgiu de repente e não fazia parte de seus planos se dedicar tanto a isso. Há três anos atrás, quando fundaram as Millionaires, o plano era se divertir, entretanto o assunto ficou sério! Ao que tudo indica, Dani Artaud vai trabalhar como atriz e continuar na música.

Novamente, em minha opinião, as Millionares quiseram chocar no novo clipe justamente pelo buraco que a saída de Dani causou. Um escândalo engole o outro, sabem como é!


Vou ficando por aqui!

xoxo,
Thai Cappuccine

Tecla SAP: Entrevista com Jeffree Star





"Semana passada, eu me encontrei com o modelo, ator e cantor andrógino Jeffree Star no Glasgow's O2 ABC Academy antes de sua bem-sucedida turnê internacional. Sentados em um sofá e rodeados de bourbon Jack Daniel's e folhados, discutimos o seu álbum de estreia, Beauty Killer, seu progresso como artista independente e os preconceitos que cercam sua persona. Intitulado a Rainha dos Belos e um manequim autoproclamado, eu fiquei pensando se sairia dali em um saco de corpos da Louis Vuitton ou se ele mostraria um pouco de quem está atrás de toda aquela maquiagem MAC e haute couture (nota da tradutora: nome dado a roupas feitas sob encomenda em maisons).

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Chris Melvin: Depois de dois EP's e singles por download apenas, você finalmente lançou seu primeiro álbum, Beauty Killer. Comparando suas faixas novas com trabalhos antigos, quis são as maiores diferenças, na sua opinião?
Jeffree Star: Acho que no começo eu apenas estava fazendo coisas para me divertir, fazendo merda, sabe. Não levava nada a sério, Então, para o Beauty Killer eu fiz dois anos de turnê e trabalhei com muita gente diferente. Eu sabia como eu queria que as faixas soassem e tive muito mais produção e gastei mais tempo nas letras, também.

CM: Sabe-se que você disse em uma entrevista que nunca "fez nenhuma música da qual gostasse 100%". Se tivesse que escolher uma música, qual te dá sentimentos felizes por dentro?
JS: Eu acho - quando disse isso - que quis dizer que eu não estava muito feliz com elas. Eu adoro a música Beauty Killer, mas Prisoner foi a primeira música que eu fiz para o CD e acho que foi uma ótima maneira de começar.

CM: Você anunciou no Facebook e no Twitter que lançaria seu terceiro EP este verão, não é?
JS: Eu queria, mas pensei melhor e concluí que vou lançar logo um CD inteiro, para o fim do ano ou começo de 2011. Terminei três músicas antes de vir aqui, então...

CM: Pode falar algo delas ou... Ouvi dizer que a Ke$ha e o Blood On The Dance Floor vão fazer participações especiais.
JS: Bom, são músicas bem enérgicas e eletrônicas. Oh, participei de três músicas do EP novo do BOTDF, então... - eu ia fazer participações no CD da Ke$ha, mas fui cortado - [risos] é, eu sei! - pessoal da produção e seus dramas.

CM: Considerando seu sucesso no iTunes, a gravação do vídeo de Get Away With Murder e sua bem-sucedida turnê, o que diria às pessoas que te taxavam de genérico e medíocre no começo?
JS: Tenho certeza de que muita gente achou que eu não ia durar tanto assim. Eles achavam que era só alguma coisa da internet. Mas quando isso tudo progrediu às minhas lojas de roupas, vendendo tudo e todas as músicas... Isso meio que fala por si só, sabe? Eu só rio das pessoas e falo merda.

CM: O que me traz ao que eu ia dizer agora: o que acha que é o maior erro das pessoas em relação a você - como cantor, como artista, mas acima de tudo como pessoa?
JS: Acho que as pessoas pensam que eu não posso fazer shows porque tenho vocais de apoio. Isso é a merda que as pessoas falam, mas eu realmente sei cantar. E como pessoa, todo mundo me vê como eu sou na internet, e obviamente eles não me conhecem. Todos acham que eu sou um babaca, acho. Eu fico todo "Oh, não fez por maldade" - todo mundo tem preconceitos.

CM: As pessoas te veem como um babaca e como a Rainha do Gelo... Mas é legal ver que alguém pode ter o sucesso que tu tens e ainda continua humano.
JS: Exatamente! Se as pessoas realmente prestassem atenção às minhas letras e vissem meus vídeos engraçados, veriam que eu sou sarcástico.

CM: Então, você diz que é sarcástico e que é todo performances. Tem artistas, por exemplo, Beyoncé, que diz se transformar na Sasha Fierce quando entra no palco...
JS: Acho que o pessoal dela disse pra ela dizer isso. Mas adoro ela.

CM: ...Você diria que tem um pouco disso em si mesmo? Tipo, tem o Jeffree Star e tem o Jeffrey Steininger?
JS: Eu troquei meu nome legalmente, sim, mas sou eu 24/7, mas quando tem câmeras ao redor eu me inflo e ajo como louco. E claro, quando estão me filmando, não vou ficar ali sentado, me entediando.

CM: Ninguém tem que ser sério o tempo todo [na cena indie].
JS: No fim do dia, tudo girou ao redor da diversão, e eu acho que muita gente esquece isso.

CM: Há quanto tempo você canta? O que te fez querer começar e fazer disso uma carreira?
JS: Bom, o grupo de rap Hollywood Undead, eu comecei com eles. Eu meio que fazia um rap sobre as músicas deles, tipo uma piada, e eu fiquei - Ohhhh, eu realmente gosto de gravar - e acabou que muitas das coisas que eu gravei no começo eram meio rap. Mas eu queria ser um cantor. Eu comecei com lições de canto e - não sou nenhuma Mariah Carey - mas dou pro gasto, sabe? Digo, eu sou mais um performista do que um cantor, mesmo, então nem ligo.

CM: Agora, você criou um novo gênero. Não sei como chamar - sexpop ou algo assim. Ficaria feliz ou irritado se, digamos, outros artistas começassem a imitá-lo?
JS: É meio irritante quando alguém faz algo por mais tempo e alguém vem e faz algo "diferente". É irritante quando os outros artistas têm mais grana por trás deles do que você. Lady Gaga tem o que, uns 7 milhões pra fazer um vídeo, e eles a criaram. É tudo tão forjado, mas eu acho a música dela boa, e ela alcançou o Número Um porque tem um bom time por trás dela.

CM: O que você acha de artistas que não se comunicam com seus fãs? Você usa seu próprio Facebook e seu próprio Myspace, enquanto os outros simplesmente usam seus agentes.
JS: Sim, digo, se fossem todos "muito famosos", talvez não tivessem tempo, mas eu acho que todos deveriam ter tempo pra isso. Ao menos Lady Gaga escreve seus próprios tweets, ao contrário do Usher - o agente dele escreve os dele e nunca são nada pessoal. Se eles sabem que não é você é meio frustrante.

CM: Falando em fãs, o que acha daquelas pessoas que copiam o seu estilo?
JS: Só acho que as pessoas que tentam ser diferentes são legais. Claro que precisa de muita coragem pra ser quem você é. Eu acho que, quando as pessoas fazem a MINHA maquiagem... Bom, eu acho engraçado, mas acho também que eles deveriam ser mais eles mesmos.

CM: Mas eu olho pros seus fãs e eles todos me parecem meio iguais. Eles tentam ser você, eles tentam ser alguém que eles não são. Qual sua opinião nessa subcultura? Pergunta difícil, desculpa. 
JS: [risos] Eu sei! Ah, é como se fosse meu exército pessoal lá.

CM: Você prefere as pessoas que ficam tipo: "OMG, É O JEFFREE STAR!" ou prefere aquelas que te tratam como pessoa?
JS: Acho que muitos esquecem que eu sou um ser humano, entende? Ou que nem alguns - estou ali comprando comprando comida e tal, e estou sem maquiagem, e não me sinto bem - eu fico tipo: "Oh, desculpa, sem fotos", e eles ficam putinhos porque não conseguiram o que queriam.

CM: Última pergunta: três coisas que resumem como você se sente antes de subir no palco?
JS: Grávido. Molhado. E ansioso. [risos]
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Star então se despediu com um "lipstick and love" (nota da tradutora: ia traduzir o "batom com amor" mas a aliteração fica mais sonora), aparecendo logo no palco para apresentar um set consistindo de novos e velhos clássicos re-vampirizados. Como fã, sempre gostei das músicas dele, mas raramente achava os vídeos ao vivo dele muito impressionantes. Não obstante, as aulas de canto confessadas se pagaram enquanto ele fazia uma apresentação elétrica e iridescente.

Escolhendo abandonar a aparência, o som e a perspectiva, ele injeta um novo tipo de vida no cenário da música independente - como muitos no mundo indie, ele apenas teve muita paixão e vontade de fazer sucesso. De estudante do ginasial, para maquiador profissional, para modelo, para cantor, Star mostra que - se você tiver determinação e vontade - você pode ir longe. Apesar de sua persona ultra-vaidosa e femme fatale, Jeffree Star mostra que é a mais humana das personalidades, em todos os sentidos da palavra: por seu narcisismo, por sua honestidade e por sua ambição."



Tradução feita por @Andy_INSPACE
Entrevista e texto realizados por Chris Melvin

Trashy Radio - The Runaways



Estados Unidos, 1975. 


O telefone toca. Joan Jett, guitarrista, dezessete anos, atende. Do outro lado da linha falava Sandy West, uma baterista de dezesseis anos, que gostaria de formar uma banda. Por indicação de um amigo produtor, ela entrou em contato com Joan, sabendo que ela também estava à procura de músicos. Num piscar de olhos, Joan estava dentro ônibus e indo até a casa de Sandy. Ensaiaram naquele dia, e a sintonia foi tanta, que logo o projeto The Runaways estava no papel. Em outro piscar de olhos, pediram ajuda ao amigo produtor, que as auxiliou a encontrar o restante dos integrantes, e foi assim que a baixista Micki Steele se uniu à elas, formando, enfim, a banda The Runaways. 


Após alguns shows pela Califórnia, a guitarrista solo Lita Ford e a cantora principal Cherie Currie entram para a banda. No mesmo instante, a baixista Micki deixou a banda, sendo substituída por Jackie Fox. Ainda naquele ano, gravaram o primeiro disco, que levava o nome da banda, garantindo um sucesso estrondoso, ingressos esgotados em todos os shows e a música "Cherry Bomb", principal hit das The Runaways. 




Lançado em 1977, o álbum "Queens of Noise" rendeu uma turnê pela Europa e no Japão, onde milhares de fãs as esperavam, mas que tiveram de dizer "Adeus" à Jackie Fox, que deixou a banda e foi substituída por Vickie Blue. Não tardou para que Cherie Currie seguisse o mesmo rumo, fazendo com que Joan Jett, segunda voz, assumisse o vocal - além da guitarra. Lançaram, então, o terceiro álbum, " Waiting for the Night" e fizeram uma turnê mundial com nada mais, nada menos, que os Ramones


Em 1978, as The Runaways tiveram problemas com o empresário e deixaram a gravadora. A baixista Vickie Blue deixou, por fim, a banda, e foi substituída por Laurie McAllister. As The Runaways lançaram o último disco, chamado "And Now... The Runaways". Em 1979 a banda terminou oficialmente por inúmeros problemas: críticas da mídia americana, que as julgava por serem uma banda só de garotas, que escreviam suas próprias músicas e faziam seu próprio som, assim como a constante troca de integrantes e as divergências de opiniões. Enquanto Lita Ford queria tocar Heavy Metal, Joan Jett só pensava em Punk Rock. 


E esse foi o fim das The Runaways, que deixaram como herança a prova de que mulheres podem, sim, fazer Rock. E bom Rock!


The Runaways no cinema


Lançado nos Estados Unidos em março deste ano e com estreia prevista no Brasil para 8 de novembro de 2010, o filme "The Runaways" traz a história da banda de acordo com o ponto de vista da vocalista Cherie Currie, interpretada por Dakota Fanning (sim, aquela menininha de "Guerra dos Mundos"! Ela cresceu!). Já quem toma o papel de Joan Jett é a esposa do Edward Cullen, Bella Swan, digo, Kristen Stewart. No filme, teremos a tragetória das The Runways no período entre 1975 e 1977.


Eu estarei no cinema neste dia, mas ainda não consegui decidir se vou assistir "The Runaways" ou "Tropa de Elite II". Pretendo ficar para os dois. Espero que vocês curtam o som delas, porque é realmente ótimo! Adicionarei "Cherry Bomb" no playlist do Trashy Help e, em seguida, ofereço sugestão de downloads.




Até a próxima, pessoal!


xoxo,
@ThaiCappuccine


Trailer do filme: 

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